terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Eu quero, eu posso.                                               
Eu quero a força da sensibilidade
e delicadeza a lapidar a bruteza
da humanidade que habita em nós.
Eu quero  a força do conhecimento,
da informação, impregnada da indignação
necessária para modificar tanta esculhambação.
Eu quero transformação.
Eu quero aprimorar em  mim a calma,
a tolerância para  te amar e
que nos amemos em estado puro,
autentico, ainda que  estúpidos como muita vezes o somos e   
irremediavelmente humanos e
impermeáveis
ao aprendizado que a vida reclama.
Eu quero a beleza
emergindo de dentro de nós,
quando  não nos adaptamos
ao inumano e lutamos.
Eu quero vidas a inspirar poesias. 
Eu quero meu rosto e teu rosto
iluminados por sorrisos verídicos.  
Eu quero alegria e  simplicidade,
a resplandecer no rosto de meus amigos.
Eu quero o amor, a embalar nossos dias
em infinitos momentos,

do ano que se inicia.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012



SORRIR E SER FELIZ

Há que sorrir e 
em sonoras gargalhadas,
chorar de rir: 
receita de  rejuvenescimento.
Mais eficiente que antirrugas,
Botox,  plásticas, 
lipos e outros afins.
Tai,  eu quero te ver sorrir!
Gargalhar, revirar de rir.
Talvez descubras, 
não teres feito muito
para ter momentos assim,
pois afinal,
não rimos  
por que trocamos de carro,  
compramos 
roupas de grife,
ou colecionamos centenas
de amigos virtuais.
Rimos e gargalhamos,
quando nos descobrimos
capazes de “fazer feliz”.
Não fiques bravo 
ou se entristeça.
Conecte-se primeiro contigo,
para descobrir o que tens aí
no coração, na mente,
capaz de contribuir com
coisas eternas: amor,
solidariedade, lembranças
de muitos sorrisos,
gargalhadas entre amigos,
brincadeiras com teus filhos,
orgulho de ter princípios,
respeito, inclusive aos  inimigos,
e a certeza de que atitudes,
posições tomadas,
de alguma forma contribuíram  
para tornar o mundo mais
ético, mais humano e feliz.





domingo, 30 de setembro de 2012

Ao Educador em seu fazer cotidiano
Te vejo todos os dias,
mais profundamente,
do que realmente
Gostaria.
Observo em tua  postura
tuas mazelas...
Elas transparecem
em tuas atitudes
equivocadas, em teu olhar,
de paisagem,
diante da criança que,
diante de ti, 
chora desamparada.
Tu as vês,
Olhas-as de cima,
Com teu olhar de
 autoritário
que confundes com autoridade.
Acreditas ter o saber,
e que a elas, cumpre
apenas obedecer... 
Tu as Trata como
pessoinhas vazias,
insignificantes,
prenhes de conteúdos
a absorver.
Crês que nada sabem,
nada podem,
e cabe 
a ti educá-las.
E gostaria de dizer-te: as crianças,
as quais, temos
a pretensão de educar,
não se apresentam 
vazias diante de nós.
Elas trazem em si,
recursos potenciais,
que mais tarde,
de acordo
com a qualidade do ambiente, 
das relações, que nele 
se estabelecem na escola, em suas casas,
tornar-se-ão,  adultos
fortes ou fracos,
autoritários
ou autoridades,
alegres  ou tristes,
amargos ou solidários,
Diante dos desafios que a vida
lhes há de trazer como os irá enfrentar,
é que nos educadores,
saberemos
se as educamos ou fracassamos.
O resultado de nosso trabalho,
não se mostra no instante exato
em que o praticamos,
mas bem à frente...
lá no futuro, quando,
como adultos
saudáveis e alegres,
essas crianças,
que ajudamos a educar,
de posse de
dos recursos  que nelas pudemos estimular, das potencialidades que nelas fizemos despertar

que nos, educadores que somos, 
tivemos a capacidade e
sensibilidade,
de nelas reconhecer, estimular
e ajuda-las a desenvolver,
superam obstáculos.  
Eis nossa responsabilidade:
Perguntarmo-nos se,
o que de fato lhes
ensinamos, abriu veredas, 
contribuiu para ajuda-las
a encontrar o prazer, de  viver com
ética, segurança e alegria.
Ou, se em nosso autoritarismo,
em nossa ignorância,
as fizemos fracas,  inseguras e
passivas, ante os desafios com que a vida
as irá confrontar.

domingo, 26 de agosto de 2012

30/05/2012
Há dias, em que é preciso
calar-se, e apenas
observar o ambiente caótico
que, de repente,
se fez presente...
É preciso apenas observar o dia,
as vezes  cinzento,
carregado de nuvens,
que pairam acima de nós,
Encobrem o sol que
amamos tanto,
Talvez para nos lembrar,
que viver é tambem,
conviver com
gente ruim,
existências medíocres,
inenarráveis,
a assombrar a alegria,
obscurecer nossos dias se,
de um jeito
alegre e espontâneo,
nos veem diante de si.
Por onde passam...
exalam veneno,
espalham confusão,
lamentos...
São pessoas doentes,
de mal com a vida,
e querem destruir em nós
o que não conseguem ser...
lhes faltam etica,
principios, compromisso
com a verdade.
Não sei...o que sei apenas,
é que se às vezes,
elas conseguem acinzentar
nossos dias.
É por pouco tempo...
Elas passam,
como passam as nuvens
negras,
que encobrem o sol
e enfeiam o dia.
O sol reaparece e com
ele vem a luz,
o calor e a alegria.
E nos faz esquecer pessoas
assim inamáveis,
por incapazes de se amarem,
amar o outro,
ou descobrir alegrias.

domingo, 19 de agosto de 2012


Para viver é preciso redescobrir o tempo

Com que vou dividir tudo o que sei e o que não sei.
O que aprendi de tudo o que vivi,
o que gostei...e o que não gostei...
Com quem vou dividir tudo que sonhei...
Os sonhos que não realizei,
o que não vivi,
o que somente sonhei...
Com quem vou partilhar
as alegrias de cada momento,
minhas dores e sofrimentos...
Se me parece que ninguém tem tempo
para visitar um amigo,
comentar do tempo...
Jogar conversa fora ou nem falar,
apenas ouvir em silencio,
o murmurar do vento.
As vezes me vejo acelerada,
tentando contar tantas coisas,
em tão pouco tempo. E
me atropelo, te atropelo,
e dou um tempo
pensando que possa estar 
cansando os amigos,
com os meus lamentos
ou mesmo com as glorias
de um momento.
As vezes perplexa penso: ...
não temos tempo...
é preciso 
É preciso dormir cedo,
renovar energias para trabalhar,
cumprir prazos
sem vacilar,
e continuar vivendo
esse tempo,
de tanta gentes
a se encontrar sem se ver,
sem se ouvir,
sem se reconhecer.
Com quem eu vou dividir as duvidas,
os dilemas, as angustias,
quando me sinto frágil,
vulnerável, imperfeita
e me descubro mortal...
Poder encontrar com tempo
nesses tempos,
um amigo que tenha tempo
para ouvir, conversar, sorrir e chorar
é coisa rara em nossos dias e
eu lamento...
É preciso recriar o tempo.
É preciso preenchê-lo de acontecimentos
significantes.
É preciso instituir em nossas vidas,
o tempo necessário para se ver,
amar, viver e
não apenas "sobreviver"
nesses tempos.








sábado, 28 de julho de 2012


Sou eu a te ver passar,
a seguir-te os passos
na madrugada
que me traz tanta 
incerteza ao olhar.
Sou eu a olhar o firmamento, 
imersa em perguntas
sem respostas.
Sou eu...
tão racional,
hesitante,
humana,
a descobrir
fraquezas
ante o trajeto
desconhecido,
que ainda devo trilhar.
Qual humanidade?
Qual racionalidade?
Qual fraqueza?
Qual incerteza?
Quem sou eu a te ver passar?
Quais pensamentos
nublam meu olhar?
Quais respostas espero de ti,
que não me podes dar?
Qual vida?
Quais sentimentos?
Em qual mundo
havemos de nos
reencontrar?

quinta-feira, 26 de julho de 2012

O sol para meus amigos

Bom dia sol,
que ilumina este dia.
Bom dia, dia
brilhante de sol.
Bom dia!
tomem meus amigos,
para vocês, como
um presente
esse dia,
Em seu dia.
Ele os saúdam,
deseja-lhes amores
e a vida enorme,
prenhe e plena
de alegrias.
Eu daqui,
cúmplice
desse dia,
subscrevo
os desejos de
feliz vida,
felizes milhares
de dias
brilhantes
de saúde, de paz
e alegrias.