Ao Educador em seu fazer cotidiano
Te vejo todos os dias,
mais profundamente,
do que realmente
Gostaria.
Observo em tua postura
tuas mazelas...
Elas transparecem
em tuas atitudes
equivocadas, em teu olhar,
de paisagem,
diante da criança que,
diante de ti,
chora desamparada.
Tu as vês,
Olhas-as de cima,
Com teu olhar de
autoritário
que confundes com autoridade.
Acreditas ter o saber,
e que a elas, cumpre
apenas obedecer...
Tu as Trata como
pessoinhas vazias,
insignificantes,
prenhes de conteúdos
a absorver.
Crês que nada sabem,
nada podem,
e cabe
a ti educá-las.
E gostaria de dizer-te: as crianças,
as quais, temos
a pretensão de educar,
não se apresentam
vazias diante de nós.
Elas trazem em si,
recursos potenciais,
que mais tarde,
de acordo
com a qualidade do ambiente,
das relações, que nele
se estabelecem na escola, em suas casas,
tornar-se-ão, adultos
fortes ou fracos,
autoritários
ou autoridades,
alegres ou tristes,
amargos ou solidários,
Diante dos desafios que a vida
lhes há de trazer como os irá enfrentar,
é que nos educadores,
saberemos
se as educamos ou fracassamos.
O resultado de nosso trabalho,
não se mostra no instante exato
em que o praticamos,
mas bem à frente...
lá no futuro, quando,
como adultos
saudáveis e alegres,
essas crianças,
que ajudamos a educar,
de posse de
dos recursos que nelas pudemos estimular, das potencialidades que nelas fizemos despertar
que nos, educadores que somos,
tivemos a capacidade e
sensibilidade,
de nelas reconhecer, estimular
e ajuda-las a desenvolver,
superam obstáculos.
Eis nossa responsabilidade:
Perguntarmo-nos se,
o que de fato lhes
ensinamos, abriu veredas,
contribuiu para ajuda-las
a encontrar o prazer, de viver com
ética, segurança e alegria.
Ou, se em nosso autoritarismo,
em nossa ignorância,
as fizemos fracas, inseguras e
passivas, ante os desafios com que a vida
as irá confrontar.
mais profundamente,
do que realmente
Gostaria.
Observo em tua postura
tuas mazelas...
Elas transparecem
em tuas atitudes
equivocadas, em teu olhar,
de paisagem,
diante da criança que,
diante de ti,
chora desamparada.
Tu as vês,
Olhas-as de cima,
Com teu olhar de
autoritário
que confundes com autoridade.
Acreditas ter o saber,
e que a elas, cumpre
apenas obedecer...
Tu as Trata como
pessoinhas vazias,
insignificantes,
prenhes de conteúdos
a absorver.
Crês que nada sabem,
nada podem,
e cabe
a ti educá-las.
E gostaria de dizer-te: as crianças,
as quais, temos
a pretensão de educar,
não se apresentam
vazias diante de nós.
Elas trazem em si,
recursos potenciais,
que mais tarde,
de acordo
com a qualidade do ambiente,
das relações, que nele
se estabelecem na escola, em suas casas,
tornar-se-ão, adultos
fortes ou fracos,
autoritários
ou autoridades,
alegres ou tristes,
amargos ou solidários,
Diante dos desafios que a vida
lhes há de trazer como os irá enfrentar,
é que nos educadores,
saberemos
se as educamos ou fracassamos.
O resultado de nosso trabalho,
não se mostra no instante exato
em que o praticamos,
mas bem à frente...
lá no futuro, quando,
como adultos
saudáveis e alegres,
essas crianças,
que ajudamos a educar,
de posse de
dos recursos que nelas pudemos estimular, das potencialidades que nelas fizemos despertar
que nos, educadores que somos,
tivemos a capacidade e
sensibilidade,
de nelas reconhecer, estimular
e ajuda-las a desenvolver,
superam obstáculos.
Eis nossa responsabilidade:
Perguntarmo-nos se,
o que de fato lhes
ensinamos, abriu veredas,
contribuiu para ajuda-las
a encontrar o prazer, de viver com
ética, segurança e alegria.
Ou, se em nosso autoritarismo,
em nossa ignorância,
as fizemos fracas, inseguras e
passivas, ante os desafios com que a vida
as irá confrontar.
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