Sou eu a te ver passar,
a seguir-te os passos
na madrugada
que me traz tanta
incerteza ao olhar.
Sou eu a olhar o
firmamento,
imersa em perguntas
sem
respostas.
Sou eu...
tão racional,
hesitante,
humana,
a descobrir
fraquezas
ante
o trajeto
desconhecido,
Qual humanidade?
Qual racionalidade?
Qual fraqueza?
Qual incerteza?
Quem sou eu
a te ver passar?
Quais pensamentos
nublam meu olhar?
Quais respostas
espero de ti,
que não me podes dar?
Qual vida?
Quais sentimentos?
Em qual mundo
havemos de
nos
reencontrar?

Ash Monica exclui sem querer o seu comentário aqui. Fiquei tão triste! Da pra enviar de novo.
ResponderExcluirBeijos!
Ivone ! Alguém racional que escreve bonito assim!!! Parabéns!!!
ResponderExcluirÓia eu aqui outra vez!!! rsrs...
ResponderExcluirMuito profunda essa poesia nova!!!
Ti nindaaa!!! ^^
Bjooooooooooo.
Fabi
É interessante que poesia, ás vezes é como a música instrumental, o silencio, a pintura... Não precisa explicação ou análise... ela em si é o que é... a tradução e expressão de si... o poema diz o que quer e não se explica de outro modo... e o escritor para explicar o poema o escreveu.
ResponderExcluirAs poesias aqui estão gostosas de ler, lindas...
ResponderExcluirTomei a liberdade de mencionar o seu blog no meu blog. Posso? O blog é: http://filmeslivroserisos.blogspot.com/
Dê uma olhada e se discordar me comunique no próprio blog que retirarei. Se concordar, também mencionarei no meu facebook.
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