sábado, 28 de julho de 2012


Sou eu a te ver passar,
a seguir-te os passos
na madrugada
que me traz tanta 
incerteza ao olhar.
Sou eu a olhar o firmamento, 
imersa em perguntas
sem respostas.
Sou eu...
tão racional,
hesitante,
humana,
a descobrir
fraquezas
ante o trajeto
desconhecido,
que ainda devo trilhar.
Qual humanidade?
Qual racionalidade?
Qual fraqueza?
Qual incerteza?
Quem sou eu a te ver passar?
Quais pensamentos
nublam meu olhar?
Quais respostas espero de ti,
que não me podes dar?
Qual vida?
Quais sentimentos?
Em qual mundo
havemos de nos
reencontrar?

6 comentários:

  1. Ash Monica exclui sem querer o seu comentário aqui. Fiquei tão triste! Da pra enviar de novo.
    Beijos!

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  2. Ivone ! Alguém racional que escreve bonito assim!!! Parabéns!!!

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  3. Óia eu aqui outra vez!!! rsrs...

    Muito profunda essa poesia nova!!!
    Ti nindaaa!!! ^^

    Bjooooooooooo.

    Fabi

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  4. É interessante que poesia, ás vezes é como a música instrumental, o silencio, a pintura... Não precisa explicação ou análise... ela em si é o que é... a tradução e expressão de si... o poema diz o que quer e não se explica de outro modo... e o escritor para explicar o poema o escreveu.

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  5. As poesias aqui estão gostosas de ler, lindas...
    Tomei a liberdade de mencionar o seu blog no meu blog. Posso? O blog é: http://filmeslivroserisos.blogspot.com/
    Dê uma olhada e se discordar me comunique no próprio blog que retirarei. Se concordar, também mencionarei no meu facebook.

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