de 01/06/2012
Ainda que o material
escolhido, lido
e discutido,
nada houvesse trazido.
- O que não ocorreu.
Restaria o encanto
antevisto, entrevisto
nos olhares e gestos e,
diferentes percepções
que descobrimos.
Voltamos,
cada um de nós,
impregnados dos
temas,
carinhosamente
escolhidos...
Impregnados
de falas dos livros...
Voltamos mais vivos,
contagiados,
envolvidos pelas
leituras, reflexões
e sorrisos.
Voltamos à nossa
jornada, depois de cada
encontro,
mais sensíveis,
disponíveis
à apreender, aprender,
e ensinar a alegria,
que encontramos
nos livros.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
É tão bom viver!

A vida é feita dos
tantos sonhos
que tecemos,
das lagrimas
que vertemos,
dos sorrisos que
nos demos.
È feita dos desejos
que tivemos,
e de momentos tristes
que vivemos.
A vida é o encanto
de um momento.
É uma canção
de amor.
A vida é dor,
é louvor.
É tudo que povoa
os nossos dias.
É o que lhes dá cor.
E o cinza tambem
é cor!
Viver não pode
ser indolor nem
incolor.
Viver é bom,
seja lá como for!
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Poder dizer simplesmente:
vivi!
Ver estampada em meu rosto,
a marca dos tempos vividos,
apresentá-la orgulhosa,
como prova inconteste,
de tudo que apreendi
e aprendi...
Mas, para dizer "vivi",
é preciso
ter vivido tanto as lagrimas,
como os sorrisos,
que o tempo vivido
provocou em mim.
Meu rosto, meu corpo,
espelham meus temores,
meus sabores, amores e
dissabores.
Espelham vitórias, fracassos.
espelham esforços.
Espelham a graça e o prazer
de descobrir o inédito
nas memórias que
compôs minha historia.
Retratos da vida, do
jeito que a vivi, com os traços
que lhes imprimi
Tão diversos,
diferente em si,
pelas nuances de cores
com que a
tela de minha vida,
até hoje,
eu preenchi.
vivi!
Ver estampada em meu rosto,
a marca dos tempos vividos,
apresentá-la orgulhosa,
como prova inconteste,
de tudo que apreendi
e aprendi...
Mas, para dizer "vivi",
é preciso
ter vivido tanto as lagrimas,
como os sorrisos,
que o tempo vivido
provocou em mim.
Meu rosto, meu corpo,
espelham meus temores,
meus sabores, amores e
dissabores.
Espelham vitórias, fracassos.
espelham esforços.
Espelham a graça e o prazer
de descobrir o inédito
nas memórias que
compôs minha historia.
Retratos da vida, do
jeito que a vivi, com os traços
que lhes imprimi
Tão diversos,
diferente em si,
pelas nuances de cores
com que a
tela de minha vida,
até hoje,
eu preenchi.
domingo, 29 de abril de 2012
mais escritos
Quando penso em morte,
como possibilidade mesma,
de não mais existir.
Tomo-me de saudades,
da branca claridade
desse dia. Desse sol
que inunda a sala,
prateia os objetos,
aquece-meu corpo e me
. alegra a alma,
Tenho saudades antecipada,
de noites estreladas, de
caminhar por estradas
e de repente, ainda
descobrir amor em
seres humanos,
que não sejam toscos.
Seres humanos
capazes de perceber
os detalhes, sem perder
o todo,
e partilhar comigo
experiências, alegrias
e desgostos.
E descobrir o gosto,
a delicia, o prazer,
de viver, de apreender no
turbilhão colorido,
que inunda nosso existir,
a grandeza de estar aqui.
perenidade que existe
dentro de mim.
Dou-me conta
de sua inexorabilidade,
de minha fragilidade.
E me vem a vontade,
de preencher de intensidades,
esse instante e...
simplesmente sorrir!
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Celebrar a vida
A felicidade é efêmera,
é fugaz, é passageira.
Por isso agarro-me
a esse instante.
Agradeço ao universo.
Agradeço a Deus este dia.
Ter saúde é o
que importa,
saber que a tenho
Me faz forte
para seguir em frente,
capaz de enfrentar
o que vier.
Por isso celebro a vida,
festejo o dia,
e nele a possibilidade
de ser uma pessoa
melhor do que sou hoje
e ser feliz!
domingo, 8 de abril de 2012
Deixei de ver as flores,
deixei de as fotografar,
deixei de buscar
as estrelas...
Andei olhando o chão,
o céu eu não pude olhar!
Andei lambendo as feridas.
Atordoei-me com a vida,
nem mais conseguia
te enxergar...
A dor doeu tanto
em meu peito
e meus olhos se
fizeram mar.
Somente lagrimas,
nada a festejar...
Andei assim,
tão sozinha,
sem a esperança a
me acalentar...
Não cantei
e quando sorri,
foi para disfarçar
a tristeza em meu
olhar.
Abatida,
ensimesmada,
solitária,
tive medo
de não me agüentar...
Vivi assim os meus dias,
que duraram
uma eternidade.
Os amigos...
ah, os amigos...
Estes,
estabelecem
prazos pra
gente chorar
e se os
extrapolamos...
cansam, debandam,
não encontram razão,
para com a gente estar.
Segui minha estrada...
De novo escrevo
e de novo eu canto,
revi as flores,
ergui minha fronte,
Vi o céu e
as estrelas.
Inebriei de beleza
o meu olhar.
No horizonte
divisei novos
caminhos, metas e
um porto
para ancorar.
Reencontrei-te
esperança….e
contigo a vontade de viver,
de sonhar, de brincar.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Gosto tanto de te amar!
Gosto de vida,
pulsando em mim,
Gosto de chuva,
de cheiro da terra.
Gosto de flores,
brancas, azuis,
amarelas.
Gosto dos raios
de sol,
a tingir de dourado
os moveis da sala.
Gosto de mar...
e de te amar.
Gosto desse
riso frouxo,
em teu rosto,
desse olhar
carinhoso
a me sorrir.
Gosto tanto
desse teu jeito
manso
de me abraçar,
e sussurrar
aos meu ouvidos,
fazer tremer os
meus sentidos.
Gosto tanto desse
teu jeito franco
de me amar.
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