Sou eu a te ver passar,
a seguir-te os passos
na madrugada
que me traz tanta
incerteza ao olhar.
Sou eu a olhar o
firmamento,
imersa em perguntas
sem
respostas.
Sou eu...
tão racional,
hesitante,
humana,
a descobrir
fraquezas
ante
o trajeto
desconhecido,
Qual humanidade?
Qual racionalidade?
Qual fraqueza?
Qual incerteza?
Quem sou eu
a te ver passar?
Quais pensamentos
nublam meu olhar?
Quais respostas
espero de ti,
que não me podes dar?
Qual vida?
Quais sentimentos?
Em qual mundo
havemos de
nos
reencontrar?
