No “Escondidinho
do Embú”,
respiro,
exalo
com sede a arte, antes
escondida.
Ei-la a abrir-se
aos talentos
anônimos
das gentes
que sente,
apreende e
desnuda a arte.
Eí-la
que explode,
escapa lampeira,
do escondidinho
da gente
e vai se mostrar
no escondidinho
do Embu.
Desabrocha
e vai, aos poucos,
preenchendo
espaços
de talentos.
Escondidinho
de Mércia,
Escondidinho
de João,
Gente forte,
viva,
amante
de poesias,
de músicas.
Gente que pensa,
gente que sente
e impulsiona
a gente,
a abrir-se
para cultuar
no "bar escondidinho"
o amor a arte, na
vida que é arte
da arte da vida.
Obrigada Mercia!
Obrigada João!
17/12/20


