sábado, 11 de fevereiro de 2012



O povo cala!
Quem cala consente!
O povo sofre,
perde-se nas tantas falácias
de pessoas gananciosas,
Políticos e empresários, 
mesquinhos, corruptos
mas tão poderosos.
Eles tem grana,
ditam os padrões a serem seguidos.
enganam, exploram, confundem.
O povo chora!
Nem pela consciência de ser
enganado,
mas por não poder alcançar
o supérfluo,
mitificado pela mídia como essencial
â vida do populacho.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Queria que esse dia,
fosse de amenidades...
Queria afastar essa agonia.
Queria não chorar
à tua lembrança...
Queria-te de volta,
minha menininha.
Queria voltar no tempo,
te ninar de novo,
trilhar contigo
um caminho  novo...
Mas a vida não para,
o tempo não volta...
Então eu quero,
eu rezo,
para  que fujas
de descaminhos.
É só o que posso:
querer e esperar...
segurando-me
para não desabar.     


Meu caminhar

Caminhei pela vida
apressada.
Preocupada, com 
o dia a dia.
Assoberbada.
Apenas caminhei...
não pensei que cada dia 
vivido, constituiria hoje,
o passado inexorável.
E eis me aqui,
mentalmente,
perfazendo caminhos,
revendo  meus passos... 
  
Caminhei afobada
por resolver,
de imediato,
os problemas
que emergiam
em cada um
dos meus dias
Eles urgiam soluções
e eu as descobria.

Caminhei...
caminhei pela vida,
segui os rumos que ela
me mostrava
não me detive a pensar,
qual futuro o destino
me reservava.
Apenas vivi o
que me foi dado.

Não,  nenhuma culpa,
Se não cuidei
ou previ o futuro,
é que não pude
Eis o fato que hoje,
eu apenas constato! 

O quanto não vivi,
por afobada,
exigiu-me a vida
atribulada, no qual,
para sobreviver,
apenas o presente
contava.

E o vivi assim,
como me veio,
turbulento,
doloroso,
angustiado...
Superei obstáculos,
dissabores,
temperados
com  os
momentos
de alegria, aos
quais agarrei-me
como náufrago.

Este foi o nosso trato:
não sucumbir no
caminho 
a mim destinado.
De tudo,
ficou-me a certeza,
de ter os ombros
largos para
suportar os
percalços.

É quando o dia nasce,
ensolarado,
que me tomo
de novas energias.  
Olho o céu iluminado
e digo-me
baixinho:
meu  Deus...
obrigado!

sábado, 14 de janeiro de 2012


Meio lesa, 
triste,
meio lerda.
Desanimada
com tantas
coisas que
me cercam.
O que vejo,
ouço,
tudo o
que faço.
Parto...em 
pensamentos,
evaporo,
me desfaço.
Adentro...
nas palavras,
passo
salto,
esfumaço..

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

"Escondidinhos Bar"

No “Escondidinho
do Embú”,
respiro,
exalo
com sede a arte,  antes
escondida.
Ei-la a abrir-se
aos talentos
anônimos
das gentes 
que sente,
apreende e
desnuda a arte.
Eí-la 
que explode, 
escapa lampeira,
do escondidinho
da gente
e vai se mostrar
no escondidinho
do Embu.
Desabrocha 
e vai, aos poucos,
preenchendo
espaços
de talentos.
Escondidinho
de Mércia,
Escondidinho
de João,
Gente forte,
viva, 
amante
de poesias,
de músicas.
Gente que pensa,
gente que sente
e impulsiona
a gente,
a abrir-se
para cultuar
no "bar escondidinho" 
o amor a arte, na
vida que é arte
da arte da vida.
Obrigada Mercia!
Obrigada João!
17/12/20 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz ano novo!

À todos os meus amigos
que visitaram o blog
e deixaram palavras
tão carinhosas sobre
meus escritos;
àqueles que leram
e não comentaram;
aos meus seguidores queridos,
conhecidos e não conhecidos
desejo que 2012  seja enorme
de saúde, amor e muita poesia.
Beijos!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

É dia,,,

É dia nublado...            
não importa! 
Também  é 
dia de verde,
de árvores,
de flores,
de cheiros,
de amores.
É dia de
despedidas...
não importa!
Guardarei
em minha retina,
esta imagem,
da turma
desse entorno,
a despedir-se,
alegre,
viva,
trocando livros,
afetos.
Trocando
sorrisos.
Guardarei
na memória,
esse povo bonito.
Levarei comigo
a gratidão de
compartilhar
tanta magia.
E já nos retiramos
mais sensíveis,
portanto mais poetas,
mais fortes para
encarar essa vida,
tantas vezes Severina,
de forma mais leve e
cristalina.
E de coração alerta,
buscar
nos livros o prazer,
de viver...
com  poesia.