quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

É dia,,,

É dia nublado...            
não importa! 
Também  é 
dia de verde,
de árvores,
de flores,
de cheiros,
de amores.
É dia de
despedidas...
não importa!
Guardarei
em minha retina,
esta imagem,
da turma
desse entorno,
a despedir-se,
alegre,
viva,
trocando livros,
afetos.
Trocando
sorrisos.
Guardarei
na memória,
esse povo bonito.
Levarei comigo
a gratidão de
compartilhar
tanta magia.
E já nos retiramos
mais sensíveis,
portanto mais poetas,
mais fortes para
encarar essa vida,
tantas vezes Severina,
de forma mais leve e
cristalina.
E de coração alerta,
buscar
nos livros o prazer,
de viver...
com  poesia.    

domingo, 20 de novembro de 2011

É tempo


É sempre tempo

de olhar,
de se encantar.
É tempo de querer bem,
não esquecer ninguém.
É tempo de descobrir 
veredas,
nas veredas que se tem.  
E sempre tempo
de rir
É tempo de chorar também
Viver somente  de risos...
convenhamos,
nem fica bem.
 Não 
se vive nesse mundo
apenas de  querer
bem.
O mal coexiste
 em nos,
lado a lado
com o bem,
e ser capaz de encará-lo
nos aprimora
 também.

Sonho e timidez

Vontade de tudo
e outra vontade de nada.
Na vontade de tudo,
me entender...
Na vontade de nada,
somente te amar,
não pensar em nada.
No sonho o impossível,
na timidez o desvario,
no desvario do sonho,
uma noite sem fim de
orgasmos, de sorrisos,
de perfeição.
Na perfeição
ser eu mesma,
deixar você consigo
mesmo, livres e abertos
no amor que nos une,
sem nos unir tanto, a
ponto de nos separar.

domingo, 16 de outubro de 2011

Domingo branco

DOMINGO BRANCO

Nele o sol transparente
se impõe...
e a mim impõe,
contemplar o dia
brilhante,
branco
e alegre
com que
nos presenteia.
Penso: como receber o presente?
Como alegrar-me?
Em dias assim,
tão claros,
a tristeza não deveria
nos encontrar.
Mas ela aqui está!
Apossou-se de
minha alma,
ensombreia
e assombra o meu olhar...
A resposta é o
meu pensamento que de ti,
não pode descuidar.
Que olha, interroga,
Perscruta
e cai no abatimento,
ante a impossibilidade,
de descobrir os mistérios
que te povoam o olhar
É só o que tenho,
o que povoa
meus pensamentos.
No dia branco,
que brilha do lado fora...
Eu sozinha aqui,
do lado de dentro,
desse apartamento,
aguardando
que o tempo
possa trazer-te
de volta,
em tempo.

Escritos da adolescência

Saudade...é chuva que cai,
é sereno, orvalhando
folhas e flores.
É por do sol no horizonte.
É noite que nasce e não morre.
Eterno crepúsculo na vida.
Sonhos que se realizaram,
tempos que já passaram,
vidas que se apagaram.
É chuva, é noite, é sereno.
Crepúsculos, tempos e sonhos
Vida que viu em outra
vida,as alegrias do mundo.

Quero você,
quero poesia,
quero amor,
muito carinho,
em manhãs lindas de sol,
em tardes crepusculares.
em noites de fantasias.
Sempre em sua companhia.

sábado, 15 de outubro de 2011

À todos os Professores

“Ensinar é um Ato de Amor.”
Muitos já o disseram,
com muita propriedade e muitos
reproduzem essa frase tão simples,
como eu o faço agora...
Guardo em mim
a mais profunda esperança,
de que essa frase
se transforme em verdade,
para cada um de nós, Professores.
E que em nosso dia a dia de trabalho,
com as nossas crianças
e nossos jovens e adultos,
sejamos capazes de nos contagiar
e contagiar a todos com a prática
do ensino como um ato de amor.
Feliz dia dos professores a todos e,
particularmente a equipe
do CEI Anna Florêncio Romão.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Poesia do Amigo

Amigo  indaga,
perscruta o nosso 
olhar: se esta alegre
ou carente.
Pressente a alma
da gente,
entende a tristeza
presente:
chora com
a gente
na dor.

Amigo nos
ouve, enternecido.
Nas alegrias,
se encanta ,  sorri
feito criança, ao
partilhar a esperança
que em nosso
olhar vislumbrou.  

Amigo esta sempre
com a gente, 
Amigo se
faz presente,
Nas horas
de alegrias
ou de dor.

Amigo se vê
sobressaltado,
de coração
disparado,
quando
a gente se
encrencou.
Vai com a gente,
lado a lado,
à passos
descansados,
quando as coisas se
acomodaram e
sente que
a paz voltou.

Amigo,  
tão complacente,
com as besteiras
da gente,
espera
paciente
o momento
conveniente
e nos critica
com amor.
Sorri lembrando
as asneiras,
ou os acertos do  
passado que  junto
compartilhou.
Ele se encanta
com os caminhos,
que juntos,
a gente trilhou.

Amigo
liga pra gente,
de repente,
diz: amiga, alô!
Que saudades!
E a telefônica agradece,
o quanto a gente a
enriquece com
esse simples alô!

Amigo engole
cada  sapo...
se enrola,
nos atos falhos
em que  a
gente desabou.
Ri de piadas 
sem graça,
só por que 
a gente
contou.

Às vezes nos
manda a merda,
e diz que
a gente o estressa,
fica sozinho,
hiberna...
Não quer saber
de ninguém...
Coitado,
é mortal,
não é perfeito.
Mas é o meu
grande amigo,
e nos queremos
tanto bem.