Nele o sol transparente
se impõe...
e a mim impõe,
contemplar o dia
brilhante,
branco
e alegre
com que
nos presenteia.
Penso: como receber o presente?
Como alegrar-me?
Em dias assim,
tão claros,
a tristeza não deveria
nos encontrar.
Mas ela aqui está!
Apossou-se de
minha alma,
ensombreia
e assombra o meu olhar...
A resposta é o
meu pensamento que de ti,
não pode descuidar.
Que olha, interroga,
Perscruta
e cai no abatimento,
ante a impossibilidade,
de descobrir os mistérios
que te povoam o olhar
É só o que tenho,
o que povoa
meus pensamentos.
No dia branco,
que brilha do lado fora...
Eu sozinha aqui,
do lado de dentro,
desse apartamento,
aguardando
que o tempo
possa trazer-te
de volta,
em tempo.
se impõe...
e a mim impõe,
contemplar o dia
brilhante,
branco
e alegre
com que
nos presenteia.
Penso: como receber o presente?
Como alegrar-me?
Em dias assim,
tão claros,
a tristeza não deveria
nos encontrar.
Mas ela aqui está!
Apossou-se de
minha alma,
ensombreia
e assombra o meu olhar...
A resposta é o
meu pensamento que de ti,
não pode descuidar.
Que olha, interroga,
Perscruta
e cai no abatimento,
ante a impossibilidade,
de descobrir os mistérios
que te povoam o olhar
É só o que tenho,
o que povoa
meus pensamentos.
No dia branco,
que brilha do lado fora...
Eu sozinha aqui,
do lado de dentro,
desse apartamento,
aguardando
que o tempo
possa trazer-te
de volta,
em tempo.